E a senhora, que se queixa já não poder apanhar malhas por falta de quem lhe forneça as agulhas, mantém um role de clientes que diariamente ali deixam dois dedos de conversa rodeadas de frivolidades. O tempo parece não passar por ela. É um prazer vê-la, bonita, de bâton a abrir-lhe o sorriso e a condizer com o colorido das unhas que delicadamente folheiam o livrinho das notas.
13 de janeiro de 2009
Bongosto nas Caldas
Etiquetas:
Comércio Tradiiconal,
Frivolidades,
Lojas das Caldas
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1 comentário:
gostei de ver o Bongosto.fiquei comovido.E´um trabalho em ferro feito por meu pai por volta de 1950.Curioso como ainda existe ao fim de tantos anos. Cumprimentos.Joao Martins.n
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